Só se
percebe que há coisas que nunca mudam.
Como o
cheiro de uma camisola de quem já não está. O que ficou lá, há anos e anos, o
que não foi, o que não é, e que o trautear de uma canção trás. Um espicaçar da
melancolia, a nostalgia segue-lhe o rasto, e a dor a não se acanhar.